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Saímos da pousada da Donatela, em Cabrália, e lá vai fumaça. Com o pó da estrada grudado em nossos rostos, para ser Jesus numa moto, deixamos a Bahia com a consciência de que nossas almas nunca mais seriam as mesmas, pois nossas mentes já não pensam mais como antes e nossos corpos, alguns quilinhos a mais. Com tudo isso é feita uma pessoa feliz.
Antes de sairmos da Bahia, passamos (agora acordados) pelo centro histórico de Porto Seguro, que não tem um assalto, uma morte... é muito seguro. Só quem sobrevive naquela terra são os vendedores de seguro de vida e as seguradoras. E se você pedir a alguém para segurar as suas coisas, todo mundo segura... sei lá... nos sentimos um pouco inseguros lá!
E toma-lhe asfalto. Chegar no Espirito Santo é sempre uma dádiva sacrossanta e com a santa fome que sentíamos no horário perfeito para almoçar (5 horas da tarde), Deus tinha que ser conosco, daí começou a nossa jornada. Na cidade de São Mateus (do hotel sinistro da ida) procuramos, sem sucesso, um restaurante, uma lanchonete, um boteco, um carrinho de pipoca que nos servisse devidamente. Então partimos para o carro, para fugir daquele lugar amaldiçoado pelo demônio faminto.
Comemos uns sanduíches valeiranos e irinéicos. Aí foda-se, foi restaurante de beira de estrada mesmo. E, graças ao bom god, a beira de estrada, dessa vez, não nos decepcionou, tornando-se inclusive, uma das melhores opções. Comida da melhor qualidade e por apenas dez conto e noventa menguels comia-se à vontade. Só para dar aquele gás para voltar. De lá fizemos as nossas reservas num hotel em Linhares, que para completar essa bela volta, foram os melhores quartos que tivemos.
Estamos cansados de estrada, com os corações apertados de saudades de lá e de cá, as piadas estão acabando, vamos chegar no RJ completamente sem graças (ou seja... normais). Mas quando a gente chegar a gente conta mais.
Axé painho
Xêro mainha
Antes de sairmos da Bahia, passamos (agora acordados) pelo centro histórico de Porto Seguro, que não tem um assalto, uma morte... é muito seguro. Só quem sobrevive naquela terra são os vendedores de seguro de vida e as seguradoras. E se você pedir a alguém para segurar as suas coisas, todo mundo segura... sei lá... nos sentimos um pouco inseguros lá!
E toma-lhe asfalto. Chegar no Espirito Santo é sempre uma dádiva sacrossanta e com a santa fome que sentíamos no horário perfeito para almoçar (5 horas da tarde), Deus tinha que ser conosco, daí começou a nossa jornada. Na cidade de São Mateus (do hotel sinistro da ida) procuramos, sem sucesso, um restaurante, uma lanchonete, um boteco, um carrinho de pipoca que nos servisse devidamente. Então partimos para o carro, para fugir daquele lugar amaldiçoado pelo demônio faminto.
Comemos uns sanduíches valeiranos e irinéicos. Aí foda-se, foi restaurante de beira de estrada mesmo. E, graças ao bom god, a beira de estrada, dessa vez, não nos decepcionou, tornando-se inclusive, uma das melhores opções. Comida da melhor qualidade e por apenas dez conto e noventa menguels comia-se à vontade. Só para dar aquele gás para voltar. De lá fizemos as nossas reservas num hotel em Linhares, que para completar essa bela volta, foram os melhores quartos que tivemos.
Estamos cansados de estrada, com os corações apertados de saudades de lá e de cá, as piadas estão acabando, vamos chegar no RJ completamente sem graças (ou seja... normais). Mas quando a gente chegar a gente conta mais.
Axé painho
Xêro mainha



